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quinta-feira, 24 de maio de 2012

O dia de Santa Sara




Santa Sara Kali, a cigana escrava que venceu os mares com sua fé.
Conta a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem previsões.
Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar. Até então, Sara retira seu diklô (lenço) da cabeça, chama por Kristesko (Jesus Cristo) e promete que se todos se salvassem, ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito. Milagrosamente, a barca sem rumo, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit- Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer, no Sul da França. Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias.
Suas histórias e milagres a fez Padroeira Universal do povo cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio. Segundo o livro oráculo "Lilá Romai Cartas Ciganas" (o único escrito por uma cigana), de Miriam Stanescon, deve ter nascido deste gesto de Sara Kali, a tradição de toda mulher cigana casada, usar um lenço, tornando a peça mais importante do seu vestuário. Quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana, se diz: - Dalto chucar diklô, (Te darei um lindo lenço). Além de trazer saúde, prosperidade, Sara Kali é cultuada também pelas ciganas por ajudá-las diante da dificuldade de engravidar. Muitas que não conseguiam ter filhos, fazim promessas, no sentido de que, se concebessem, iriam à cripta da Santa, em Saintes-Maries-de-La-Mer, fariam uma noite de vigília e depositariam aos seus pés como oferenda, um lenço, o mais bonito que encontrassem. E lá, existem centenas de lenços, como prova que muitas mulheres receberam essa graça.
Para as mulheres ciganas, o milagre mais importante da vida, é o da fertilidade. Quanto mais filhos a mulher cigana tiver, mais dotada de sorte ela é considerada pelo seu povo. A pior praga para uma mulher cigana é desejar que ela não tenha filhos.Talvez seja esse o motivo das mulheres terem desenvolvido a arte de simpatias e garrafadas milagrosas para fertilidade.
Outra lenda diz, que Sara Kali, as três Marias e José Arimatéria, teriam fugido numa pequena barca, transportando o Santo Graal (o cálice sagrado), que seria levado para um mosteiro da antiga Bretanha. A barca teria perdido o rumo durante o trajeto e atracado no porto de Camargue, às margen do Mediterrâneo, que ficou conhecido como Saintes-Maries-de-La-Mer, transformado num grande local de concentração cigana.
O seu dia é comemorado e reverenciado através de uma longa noite de vigília e oração pelos ciganos espalhados no mundo inteiro, com candeias de luzes azuis, flores e vestes coloridas, muita música e muita dança. Cujo simbolismo religioso representa o processo de purificação e renovação da natureza e do eterno "retorno dos tempos". 



O dia de Santa Sara é comemorado em 24 de maio, e no dia 25 de maio homenageia-se as três Marias.


Fonte:

http://ciganafloresdelis.blogspot.com.br/p/santa-sara-kali.html

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ORIGEM DOS CIGANOS



 ORIGEM DOS CIGANOS

                        Um grande rio corta a Região Noroeste da Índia, onde fica hoje o Paquistão. Seu nome é Indus e das suas margens partiu, expulso por invasores Árabes há quase 3 mil anos, um povo amante da música, das cores alegres e da magia. Esta, pelo menos, é a explicação dos estudiosos para a origem dos Ciganos. E o que a fundamenta é a grande semelhança do Romanês (ou Romani – idioma falado pelos Ciganos), com o Sânscrito (a língua clássica Indiana). O que não se sabe ainda é se esses eternos viajantes pertenciam a uma casta inferior dentro da Hierarquia Indiana (os parias) ou se eram orgulhosos Raiputs (uma casta aristocrática e militar). Independente de qual fosse o seu status, a partir do êxodo pelo Oriente, os Ciganos se dedicaram com exclusividade a Atividade de cavalos, saltimbancos, comerciantes de miudezas e praticantes das Artes Divinatórias. Por onde passaram, ganharam fama de um povo que tinha horror à agricultura. Viajavam sempre em grandes carroções coloridos e criaram nomes poéticos para si próprios, como exemplo: Filhos das Estrelas, Irmãos das Águas, Viajantes do Vento e Povo das Estradas, entre outros.

                        A Família é à base da organização social dos Ciganos. E não há hierarquia rígida no interior dos grupos. O comando normalmente é exercido pelo homem mais capaz, uma vez que os Ciganos respeitam acima de tudo a inteligência. Este homem é o KAKU e representa a tribo na KRISROMANI, uma espécie de tribunal Cigano formado pelos membros mais respeitados de cada comunidade, com a função de punir quem transgride a rígida ética Cigana. A figura feminina tem sua importância e é comum haver lideranças femininas como as PHURY-DAY (Matriarca) e as BIBI (Tias-conselheiras), sem falar que nenhum cigano deixa de consultar as avós, mães e tias para resolver problemas importantes por meio da leitura da sorte.

                        O Misticismo e a religiosidade, aliás, fazem parte de todos os hábitos da vida Cigana. Normalmente, assimilam as religiões do lugar onde se encontram, mais jamais deixam de lado o culto aos antepassados, o temor dos maus-olhados, a crença na reencarnação e nas forças do destino (BAJI), contra a qual não adianta lutar. Quase todos são devotos de Santa Sara, e aqui no Brasil, também a Nossa Senhora Aparecida. Todo Cigano venera um Deus, mas o Cigano não está preso a religião alguma, é, no entanto ligado à Magia.

                        Em geral são belos, morenos, dolicocéfalos, olhos grandes e vivos, roso ossudo, fronte estreita, nariz adunco, dentadura magnífica, andar vivo e irregular. Naturalmente elegantes, tem porte e majestade. Gesticulam em demasia. Ardentes e alegres, atingem grande longevidade. As mulheres são bonitas e graciosas, embora envelheçam precocemente devido à excessiva exposição do sol pela vida nômade. Mas usam enfeites, talco, pós de atração, perfume, mil saias e sabem fazer bem o amor.

                        Não há um traje Cigano, mas uma maneira Cigana de trajar. Apreciam as cores berrantes, os tecidos brilhantes, os brocados. As crianças andam nuas, muitas vezes. As mulheres vestem-se de cores vivas, com grandes saias rodadas, superpostas e lenços à cabeça. Usam os cabelos soltos ou em tranças, enfeitados de fitas ou moedinhas e exibem grandes variedades de jóias e fantasias, sobretudo brincos e pulseiras.

                        São em geral carnívoros e gostam de doces e frutas, gostam também do vinho, da cerveja e as aguardentes fortes. Homens e mulheres são dados ao fumo. Sua bebida é o SIFRIT.

                         O instrumento mais usado é o violino. Usam também pandeiros e castanholas.

                        Apesar das diferenças locais e dos regionalismos eles mantém viva ainda os traços fundamentais. O nomadismo permitiu a preservação dessa cultura diante dos ataques que sempre foram alvos. Na Idade Média eram queimados em fogueira. Embora todos tivessem sido nômade, é entre os ROM que se encontra hoje mais facilmente o nomadismo e em estado puro. Apreciam o ar livre e amam dormir à luz das estrelas, mesmo os sedentários. Habitam em tendas (ceras) de porta aberta para o sul ou na direção oposta ao vento ou em grandes carroças pintadas sobre rodas.

                        As cartas não mentem, porque entre elas, o consulente e a cartomante, estabelecem um poderoso campo magnético. Ainda que o consulente pretenda blefar, as suas energias profundas e a energia que emana das cartas favorecem um diálogo cabalístico que vai determinar a posição das lâminas durante o jogo e acima de tudo a grande força da intuição e a percepção da cartomante, dada pelos CIGANOS DO ORIENTE.


 
 
 
FONTE:
 
http://www.caminhandocomosol.com.br/origem_dos_ciganos.htm

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Cigano Pablo




Vivi nesta terra a muito e muito tempo atrás.

Quando vivo, chefiava uma tribo de ciganos que na maior parte do tempo acampava pelas terras de Andaluza, como em minha tribo as tradições eram passadas de geração para geração e de pai para filho, herdei a chefia da tribo ainda jovem de meu pai.

Aprendi tudo que era necessário aprender com os antigos da tribo, que para nós ciganos, são as pessoas mais sábias sobre a face da terra.

Durante o tempo em que chefiei a tribo sempre recorri a eles em busca de sabedoria para solucionar problemas ou quando tinha dúvidas ou quando necessitava tomar qualquer decisão que fosse de maior responsabilidade, nunca gostei de tomar qualquer decisão, sem antes consultar a sabedoria dos antigos.

Quando nasci, fui prometido como todos os ciganos a filha de um dos ciganos da tribo, crescemos juntos e aprendemos a gostar um do outro e assim foi até atingirmos a idade necessária para contrairmos o matrimonio, enquanto isso aprendi com os antigos, todos os truques e todas as magias ciganas.

Tornei-me um grande conhecedor de magias e adquiri um pouco da sabedoria dos antigos.

Chegada à época das núpcias, casamo-nos aos quinze anos de idade, aprendemos juntos como liderar a nossa tribo.

Tivemos três filhos machos.

Segundo a tradição todos foram prometidos e assim seguimos nossos caminhos, com muita alegria e muita fartura.

Trabalhávamos arduamente cada um em seu oficio em prol da coletividade.

Com os filhos crescendo e a nossa felicidade a largos passos, começaram os problemas, o meu primogênito, ao qual cabia substitui-me na liderança da tribo, resolveu rebelar-se contra a nossa tradição, não querendo aceitar o acordo de núpcias feito entre nossa família e a de sua prometida, assim causando um conflito na tribo, como se não bastasse, resolveu envolver-se com outras moças da tribo, causando o desagrado de todos os homens que já se estavam como ele prometidos a essas moças, até que seus atos o levaram a um conflito direto com um dos jovens da aldeia, e pelas leis da tribo, levaram a um duelo pela honra.

Eu já sabia de antemão como terminaria esse duelo, pois, com a sua revolta, o meu filho não quis aprender comigo a arte de duelar, com isso encontrava-se despreparado para o duelo.

Vendo-me com grande dor no coração por saber-me impotente em relação ao fato de também se fazer cumprir a lei da tribo (essa lei nunca havia sido utilizada na tribo).

Tornei-me introspectivo e voltei-me para os antigos em busca de consolo. Sabendo os antigos pelo grande amor que nutria por meu primogênito, mostraram-me que havia uma maneira não muito ortodoxa de poupar o meu filho da morte certa, porem, sendo um bom lutador e tendo o conhecimento da magia do duelo, sabia também que não deveria vencer o jovem.

Assumi o lugar de meu filho (deveria morrer em seu lugar).

E assim fiz, desencarnei nas mãos de um jovem cigano irado com o fato de meu filho ter desonrado a sua prometida.

Deixei em desgraça uma jovem mulher e três filhos rezando a Santa Sara para que cuidasse de todos.

Durante o tempo que me foi permitido velar por minha tribo e minha família, fiquei ao lado de todos tentando colocar algum juízo na cabeça de meu filho, esperando que depois do fato acontecido ele resolvesse aceitar o seu destino, mesmo depois de tudo o que fiz, esse meu filho ainda se rebelou com o que fiz, continuou em sua busca de algo que nem ele sabia o que era.

Nessa sua busca desse algo, foi levando em seus passos o meu segundo filho, que sem o pai, estava completamente envolvido pelo irmão mais velho, tentei de todas as maneiras que pude e me foi permitido, influenciar ao primogênito o sentido de dever, não conseguindo meu intento e vendo que o meu tempo estava se escoando, fiz o que qualquer pai amoroso faria, mudei o meu objetivo para o segundo filho, que com mais jeito que o mais velho aceitou tudo o que eu pude passar para ele.

Descobri então que com o segundo filho, tudo era mais fácil, pois, este já trazia de berço todos os dons que me foram passados por gerações, então investi neste, sempre com o intuito de regenerar o mais velho, indicando ao mais novo o caminho dos antigos, fiz com que este filho conseguisse com o seu carinho trazer o mais velho de volta, pois o segundo filho mostrou-se mais sábio que o pai e abrindo os olhos do primeiro filho o trouxe para o seio da tribo.

Depois de regenerado o meu primeiro filho retomou o seu lugar na tribo, ocupou o meu lugar, o qual o meu segundo filho controlou com muita sabedoria, ate a volta do irmão.

Ai eu pude seguir o meu caminho no astral ate o dia em que pude tornar a encontrar a minha amada, e voltar a montar a minha tribo no astral.


Texto de Eduardo, de São Paulo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

História de Santa Sara Kali

Santa Sara Kali
(A cigana escrava que venceu os mares com sua fé e virou santa)

Conta a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem provisões.
Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar. Aí então Sara retira o diklô (lenço) da cabeça, chama por Kristesko (Jesus Cristo) e promete que se todos se salvassem ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito. Milagrosamente, a barca sem rumo e à mercê de todas as intempéries, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit-Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer. Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias.
Sua história e milagres a fez Padroeira Universal do Povo Cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio. Segundo Míriam Stanescon - Rorarni (princesa do clã Kalderash), deve ter nascido deste gesto de Sara Kali a tradição de toda mulher cigana casada usar um lenço que é a peça mais importante do seu vestuário: a prova disto é que quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana se diz: Dalto chucar diklô (Te darei um bonito lenço).
Além de trazer saúde e prosperidade, Sara Kali é cultuada também pelas ciganas por ajudá-las diante da dificuldade de engravidar. Muitas que não conseguiam ter filhos faziam promessas a ela, no sentido de que, se concebessem, iriam à cripta da Santa, em Saintes-Maries-de-La-Mer no sul da França, fariam uma noite de vigília e depositariam em seus pés como oferenda um diklô, o mais bonito que encontrassem. E lá existem centenas de lenços, como prova que muitas ciganas receberam esta graça.
Para as mulheres ciganas, o milagre mais importante da vida é o da fertilidade porque não concebem suas vidas sem filhos. Quanto mais filhos a mulher cigana tiver, mais dotada de sorte ela é considerada pelo seu povo. A pior praga para uma cigana é desejar que ela não tenha filhos e a maior ofensa é chamá-la de DY CHUCÔ (ventre seco). Talvez seja este o motivo das mulheres ciganas terem desenvolvido a arte de simpatias e garrafadas milagrosas para fertilidade.
OFERENDA
Num local reservado de sua casa, forre uma mesinha com uma toalha florida ou a cor de sua preferência (menos preta), coloque a imagem de Santa Sara (caso a tenha), coloque num vaso rosas brancas, amarelas e rosa, um prato dourado de papelão contendo 3 maçãs vermelha, 1 cacho de uva rose e 1 da verde, 6 flores de trigo, acenda um incenso de rosas, 3 velas azuis formando um triângulo com o prato ao meio, borrife essência de rosas e ofereça a Santa Sara, fazendo a oração acima e os seus pedidos.

Fontes:

http://www.emporiocigano.com/Historia_de_Santa_Sara_Kali.php

terça-feira, 10 de abril de 2012

Oração à Santa Sara Kali


(antes de iniciar a oração, colocar uma garrafa com água potável) 
SARAH, SARAH, SARAH! FOSTE ESCRAVA DE JOSÉ DE ARIMATÉIA, NO MAR FOSTE ABANDONADA. TEUS MILAGRES NO MAR SE SUCEDERAM E COMO SANTA TE TORNASTE; À BEIRA DO MAR CHEGASTE E OS CIGANOS TE ACOLHERAM. 
(faça o seu pedido: amor, saúde, dinheiro, felicidade, etc.......) 
SARAH, RAINHA, MÃE DOS CIGANOS, TU OS AJUDASTES E ELES TE CONSAGRARAM COMO SUA PROTETORA E MÃE VINDA DAS ÁGUAS
SARAH, MÃE DOS AFLITOS, A TI IMPLORO PROTEÇÃO PARA O MEU CORPO, LUZ PARA OS MEUS OLHOS ENXERGAREM ATÉ NO ESCURO, LUZ PARA O MEU ESPÍRITO. 
(peça por sua vidência)
E AMOR PARA TODOS OS IRMÃOS DE TODAS AS RAÇAS. AOS PÉS DE MARIA SANTÍSSIMA, TU SARAH, ME COLOCARÁS, E A TODOS AQUELES QUE ME CERCAM, PARA QUE POSSAMOS VENCER AS AGRURAS QUE A TERRA NOS IMPÕE.
SARAH, SARAH, SARAH! NÃO SENTIREI DORES NEM TEMORES; ESPÍRITOS PERDIDOS NÃO ME ENCONTRARÃO; E A TODOS OS QUE ME DESEJAM O MAL, TU COM AS ÁGUAS ME FARÁS VENCER.

(tomar três goles de água, pedindo o que desejares,) 

SARAH, SARAH, SARAH!  NÃO SENTIREI DORES NEM TEMORES;  COMO AS CARAVANAS PASSAM, NO MEU INTERIOR TUDO PASSARÁ.  A UNIÃO COMIGO FICARÁ, TEUS ENSINAMENTOS DEIXARÁS, E SENTIREI O PERFUME DAS CARAVANAS QUE PASSAM, DEIXANDO RASTROS DE ALEGRIA E FELICIDADE.

AMAI-NOS, SARAH, PARA QUE POSSSAMOS AJUDAR A TODOS QUE NOS PROCUREM.  AJUDADO(A) PELOS PODERES DE NOSSOS IRMÃOS CIGANOS, SEREI ALEGRE E COMPREENSIVA COM OS QUE ME CERCAM.

CORRE NO CÉU, CORRE NA TERRA, CORRE NO MUNDO; E, SARAH, SARAH, SARAH, SEMPRE NA MINHA FRENTE ESTARÁS.
ASSIM COMO OS CIGANOS PEDEM: “SARAH, FIQUES SEMPRE NA MINHA FRENTE, SEMPRE ATRÁS DE MIM, NO MEU LADO DIREITO E NO MEU LADO ESQUERDO”, E ASSIM DIZENDO SOMOS PROTEGIDOS COMO OS CIGANOS; E TU, SARAH, ME ENSINARÁS A CAMINHAR E A PERDOAR. 
(rezar e aves Maria: a primeira para Santa Sara; a segunda para os guias espirituais de luz; e a terceira para você, seguida de um pai nosso)




Fonte:
desconhecida